segunda-feira, 22 de março de 2010

De quem é a culpa?

Ter conhecimento sobre determinada matéria é algo de extrema importância para opinar de maneira justa e plausível.


Não é de agora que considero a imprensa desqualificada para acusar e falar sobre diversos assuntos, ainda mais os que movimentam um país, um continente ou até mesmo o mundo, e manipular mentes sem o mínimo grau de instrução e ocasionar danos à pessoa humana.

Uma grande prova disso é sobre os mistérios que envolvem o caso dos Nardonis e a morte da Isabella. Muita imprensa, muita repercussão e o julgamento popular baseado em provas (concretas ou não?) apresentadas...

Os mais diversos encantamentos envolvem esse caso, acusações baseadas em provas que a defesa alega ter diversas falhas, um promotor afirmando que haverá a condenação, a população em grande parte pedindo justiça e consequentemente a condenação do casal. O que mais estudantes e profissionais do Direito poderiam querer de um caso?

Quando eu estudava Contabilidade e o caso ocorreu, lendo sobre o assunto (sim, eu não sou muito fã de televisão, prefiro gastar meu tempo na internet para me manter informada, que assim eu posso filtrar as fontes), conversei com meus pais sobre a acusação e minha mão tem plena convicção de que não foi o casal Nardoni e continua a pensar assim, já meu pai falou que eu não deveria julgar sem ter conhecimento e ter provas suficientes para acusar como todos os demais, então não falei muito mais sobre o assunto e não me deixei ser influenciada pela exposição da mídia... Hoje, sei que meu pai estava certo o tempo todo.

Os leigos querem a condenação do casal sem nem ao menos escutar o que a defesa possa alegar, os apaixonados pela ciência jurídica aguardam as provas levantadas para a defesa e um julgamento recheado de revelações, falhas e muita, muita emoção, porque em Direito não entra apenas os fatos e as provas, na minha opinião, sempre há algo a mais, como a emoção passada pelos representantes dos dois lados e sua capacidade intelectual, se o julgamento será justo ou não, isso é algo que vai além, mas algo tão esperado.

O que é justo? Uma acusação baseada em laudos periciais com diversas falhas, inclusive no equipamento que acusou vestígios de sangue da menina, ou a oportunidade do casal falar o que aconteceu de maneira igualitária, reconstruir a cena a partir do seu ponto de vista, e assim, talvez, conquistar a liberdade e limpar a mancha que atinge sua dignidade no momento?

Duas crianças têm o nome manchado devido acusações de uma mídia manipuladora e sem embasamento técnicos, sofrem e estão longes de seus pais, que ainda alegam ser inocentes, enquanto poderiam acusar-se mutuamente e conseguir algum tipo de absorção para cuidar dessas crianças que não entendem o motivo do sumiço de seus pais. E se a justiça errar nesse caso, o que acontecerá com essas crianças?

Quando clamamos por justiça, devemos analisar todos os lados do caso, pedir justiça baseado apenas no que a mídia divulga e acusar o casal é a coisa mais simples do mundo e te exclui de uma minoria com capacidade questionadora, justa, investigadora. Pedir justiça de maneira justa só se torna válido quando as provas do ponto de vista da defesa e acusação são analisadas minuciosamente e de maneira imparcial, sem preconceito, sem influencias, com senso crítico e mente aberta.

Com isso, até que todas as provas sejam apresentadas, fico sem opinião sobre quem é acusado, o que a minha mãe sempre me disse, que poderia haver outra pessoa envolvida, faz sentido, mas não posso afirmar com certeza, por não ter acesso as provas do caso, fora o que me falta de embasamento técnico, portanto permaneço de maneira imparcial, sem acusar ou defender. Sim, eu espero por justiça, mas sem erros e falhas por influencias externas, porque uma vida já foi “destruída”, que não destruam mais tantas outras de maneira injusta, desleal e irreparável.

domingo, 7 de março de 2010

Desafio - se eu fosse

Se eu fosse um mês: Julho
Se eu fosse um dia da semana: Sábado
Se eu fosse uma hora do dia: 22:00
Se eu fosse uma estação: Inverno
Se eu fosse um planeta: Vênus
Se eu fosse uma direção: Norte
Se eu fosse um móvel: Sofá
Se eu fosse um pecado: Preguiça
Se eu fosse um sentido: Visão
Se eu fosse uma pedra: Ametista
Se eu fosse uma árvore/Planta: Cerejeira
Se eu fosse uma flor: Orquídea
Se eu fosse um clima: Subtropical
Se eu fosse um prato: Uma salada de rúcula e alface
Se eu fosse um instrumento musical: Piano
Se eu fosse um elemento: Água
Se eu fosse uma cor: Roxa
Se eu fosse um animal: Cachorro
Se eu fosse um som: Harpa
Se eu fosse uma música: Extreme - More than words
Se eu fosse um sentimento: Paz interior
Se eu fosse um lugar: Parque Villa Lobos
Se eu fosse um sabor: Agridoce
Se eu fosse uma palavra: Luminosidade
Se eu fosse um verbo: Respeitar
Se eu fosse um objeto: Celular
Se eu fosse uma parte do corpo: Olhos
Se eu fosse um número: 7
Se eu fosse um Símbolo: Estrela