quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Adeus ano véio...

Para registar a mensagem de final de ano que todos gostaram...

Estamos quase na hora de estufar o peito e falar bem alto: ANO NOVO, VIDA NOVA!

É... Chegou a hora das famosas promessas que não passam de uma semana e quando passam já podemos dizer que o objetivo inicial foi totalmente alcançado... Eu até pensei em não fazer nenhuma esse ano, mas que graça tem um começo de ano sem as promessas de sempre?! NENHUMA! To até pensando que o que traz sorte não são as ondas puladas, nem a bunda que você mostrou para a Lua, e sim fazer promessas.

Apesar de ter sido um ano complicado, com vários momentos tristes, valeu a pena. Dizem que a vida nem sempre é como queremos, mas é exatamente como deve ser, então é hora de olhar para trás e acreditar.

Já que um novo ano está para começar, refaçam os planos, aumentem os objetivos, sonhem, sorriam... Um começo de ano não muda o que está acontecendo, mas se é o momento certo para você acreditar que pode ir mais além, aproveite, esse é o momento certo.

Amigos novos, amigos “velhos”... Todos tiveram uma participação e tantos momentos só foram especiais porque vocês estavam presentes, muito obrigada! Àqueles que sempre estão lá, sem que eu precise chamar, só posso dizer que “you got a piece of me and, honestly, my life would suck without you!” Obrigada pela amizade, compreensão, carinho, paciência e sorrisos...

Em 2011 não se esqueça: “viva a tua maneira, não perca a estribeira, saiba do teu valor e amanheça brilhando mais forte”

Ah, não percam mais um ano da versão mexicana de “Malhação”: Corinthians e a Libertadores, afinal de contas, o sonho continua!

“Na madrugada de 14 de abril de 1912, naufragava o Titanic. Deixava o mundo para dar lugar a um novo titã, forjado com o dom da eternidade. Em verdade, este é um gigante amorfo, uma essência mística que se cristaliza em onze mágicas camisas brancas, que pararam guerras para o mundo inebriar. Esta essência, uma paixão cega e inexplicável, resiste ao tempo e aos malogros, calcada nas lágrimas do sofrimento e das alegrias de seus seguidores. Esse gigante, essência ou paixão, ao qual uns chamam de ‘loucura’, outros ‘sonho’, eu prefiro chamar apenas: SANTOS FUTEBOL CLUBE.” Marcelo Poço Reis

Eu gosto mesmo é de ano impar, então aguardo ansiosamente por 2011! Bora boraaaaaaaaaaa!

Mais uma coisinha: vamos todos pedir para que os curintia deixe a minha pessoa em paz durante 2011, né?! Passou da hora de trocar o alvo... Hahahahahahahahaha!

Aproveitem sem moderação!

Super beijinhos...

Daniela Fonseca.

domingo, 12 de dezembro de 2010

Quando os melhores não são tão melhores...

Assumir o outro lado da situação pode ser um tanto quanto perigoso, algumas dúvidas ficam soltas, tais como querer saber se você pode se tornar imune, se há caminho para voltar ou se é reconfortante... Para alguns pode parecer ser algo extremamente bom, para outros nem tanto. A verdade é que eu nunca imagine que um dia pudesse assumir o outro lado, o que deve ser o motivo da sensação esmagadora no peito e fazer com que tente voltar ao início, mas com tamanha prontidão, minha mente reprisa diversos momentos em câmeras lentas, alguns em preto e branco, outros com uma exatidão de cores que chega a enjoar. A curta metragem é o que desvia o aperto no peito e a vontade de voltar, para dar espaço à outra sensação, o cansaço.

Tudo o que eu queria fazer era... Estar lá... Eu acreditei de todas as formas, mantive estendida a minha mão a cada instante e depois de um tempo nada parecia ser como antes, mas eu continuei, eu afastei todos os sinais que diziam para eu não me importar.

Não há o sentimento negativo de arrependimento, mas sim de vazio... Vazio pelas horas que precisava de uma mão para segurar, um silêncio para confortar, um olhar que demonstrasse que acreditava, eu só queria que alguém estivesse lá para eu não precisar mexer na ferida que nunca cicatrizou para ter a certeza de que eu não estava sozinha.

Dizem que algumas pessoas simplesmente não se importam, que não devemos dar com a intenção de receber algo em troca, talvez seja isso mesmo, ou, talvez, você deva estar lá por quem, realmente, demonstrar acreditar na força dos elos invisíveis que unem as pessoas.

Eu acredito na saudade mencionada, o “eu te amo” pronunciado, na tentativa de manter um elo, porque apesar das minhas decisões, nada do que foi cultivado mudou, eu ainda sinto falta, acredito nas amizades, mas escolho a liberdade. Eu abro mão do ambíguo, da busca incansável de fazer com que as palavras façam jus a um sentimento. Fecho os olhos e assisto a curta metragem das cenas projetadas pela minha mente, respiro aliviada, porque, ao invés de buscar a musicalidade das palavras, eu sempre estive lá.

“(…)
More than words
Is all I ever needed you to show
Then you wouldn't have to say
That you love me 'cause I'd already know
(…)”

O carinho permanece e o sentimento imaculado por um futuro mais conhecido como "sempre".